Arquivo do mês: outubro 2010

SBIE 2010


Em novembro irá acontecer na cidade de João Pessoa, o Simpósio Brasileiro de Informática na Educação. Integrando o evento, este ano será realizado também o 1º Encontro de Software Livre na Educação. Para saber mais, clique no banner.

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Chamada de trabalhos para o 7º FGSL


Saiu a chamada de trabalhos para o 7º Fórum Goiano de Software Livre. Para mais informações acesse o site.

http://fgsl.aslgo.org.br/fgsl7/chamada-de-trabalhos

VII Fórum Goiano de Software Livre


O FGSL é um dos eventos mais importantes do centro-oeste. Este ano ele será realizado nos dias 10 e 11 de dezembro na faculdade Camburi em Goiânia-GO. Para saber mais sobre esta grande festa do software livre goiano, clique no banner. Se quiser ajudar na divulgação use a hashtag #FGSL7 no twitter.

VII Fórum Goiano de Software Livre


Este ano o FGSL será realizado em dezembro, mas para que isso aconteça precisamos de voluntários na organização do evento. Para aqueles que desejam colaborar, basta acessar o endereço abaixo:

http://fgsl.aslgo.org.br/fgsl7/

Obrigado a todos!

Hackeando a Educação


Segundo a Wikipédia, originalmente e para certos programadores, o termo hacker é usado para os indivíduos que elaboram e modificam software e hardware de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas, seja adaptando as antigas.

Há uma certa controvérsia em relação ao termo, mas acho que a definição correta é a descrita anteriormente.

Pensando nisso acho que o termo pode ser aplicado não só ao mundo da informática, mas a qualquer área em que existam indivíduos dispostos a modificar algo, seja desenvolvendo novas funcionalidades, seja adaptando as antigas, ou seja, procurando sempre melhorar o “sistema” vigente.

A chamada “cultura hacker” possui um código de ética que define as ações, em termos gerais um hacker acredita que ao compartilhar suas experiências e seu conhecimento estão de alguma forma colaborando para o bem da humanidade. “A informação deve ser livre” Neste contexto, o professor pode e deve se tornar um “hacker”, no sentido de pesquisar e estudar novas possibilidades para a educação, modificar sua forma de lecionar e aperfeiçoar os projetos pedagógicos para que estes possam utilizar as novas tecnologias. Depois ele deve compartilhar suas experiências com outros professores e juntos encontrar o melhor caminho para utilizá-las em sala de aula.

E é aí que o professor “hacker” ganha um grande aliado, o “Software Livre” principalmente aquele utilizado na educação, pode ser uma grande ferramenta pedagógica nas mãos deste professor.

E o que nós podemos fazer? Acredito que quanto mais a comunidade SL brasileira se aproximar dos professores e educadores, melhor será a compreensão deles sobre os beneficios de se utilizar a informática na educação e ainda melhor, sem deixar de ser LIVRE.