Arquivo da categoria: Pérolas

Pérolas do suporte aos usuários de TI

Tabela de Salários em TI


Já conhecia esta tabela de salários da INFO Exame desde a época em que assinava a revista (a muito tempo atrás) não sei qual o critério ou a fonte de pesquisa, mas aqui no meu estado os salários estão bem abaixo da média exibida na tabela. De qualquer forma, vale a pena dar uma olhada e avaliar.

Tabela de Salários

Anúncios

Balanço 2008


10094351Como hoje é o último dia de 2008, resolvi fazer um balanço deste ano e contabilizar as vitórias e derrotas sofridas durante mais esta caminhada.

O ano de 2008 começou com muito trabalho e também com um projeto iniciado no final de 2007 chamado IEED – Instituto de Excelência em Educação, infelizmente tive que sair no mês de novembro. Mas valeu pela experiência que adquiri, acho que o tempo que dediquei a este projeto não foi de todo perdido.

Outro projeto iniciado também em 2007 rendeu melhores frutos, apesar dos poucos recursos financeiros e da distância, conclui meu curso de pós-graduação na Universidade Federal de Lavras, esta sim foi uma grande conquista. A cerca de 8 anos atrás nem imaginava chegar a faculdade, agora sou especialista em informática em educação.

Em abril deste ano realizei minha primeira palestra durante o FLISOL (Festival Latino Americano de Instalação de Software Livre), o tema foi a informática na educação e o software livre. Eu já havia participado como ouvinte em eventos anteriores sobre software livre, mas minha vontade de expor minhas idéias me motivou a entrar em contato com a organização do evento e me oferecer como palestrante. Daí em diante procurei oferecer minha colaboração em todos os eventos de SL realizados em Goiás. Participei de vários eventos, todos devidamente registrados aqui no blog e espero participar de outros em 2009. Acredito que é preciso chamar a atenção dos educadores para a importância do uso da informática em educação e da adoção do software livre como ferramenta pedagógica.

Mas o melhor ainda estava por vir, aos 45 do segundo tempo, já no final deste ano participei de um processo seletivo no CEPA – Centro de Educação Profissionalizante de Anápolis, e fui aprovado. Em 2009 já começo a lecionar como professor nos cursos oferecidos pela instituição. Foi uma grande vitória, desde 1998 quando trabalhei como instrutor em um curso de informática básica, sonhava em novamente voltar a atuar como professor.

No geral posso dizer que este ano foi de grandes realizações, mas tudo isso não seria possível sem o opoio e compreensão da minha família: Esposa, Filhos, Pai, Mãe, Irmãos, Sobrinhos, etc. Todos eles de alguma forma são a razão pelo que vivo e luto sem tregua para alcançar meus objetivos. E isso me traz novas esperanças para o próximo ano que já está chegando, pois sei que sem o amor deles não sou ninguém.

Feliz Ano Novo a todos, que Deus abençoe a cada família !

Pau no computador


O vídeo abaixo retrata bem o dia-a-dia de um profissional de TI. Vivemos constantemente uma luta sem trégua contra os problemas causados pela má utilização daquilo que deveria ser apenas uma ferramenta de trabalho, mas nas mãos inquietas dos nossos “colegas” colaboradores tornam-se nossa maior dor de cabeça.

Coisas que todos precisam saber sobre o “CARA DA INFORMÁTICA”


Não sei quem escreveu isso, mas é a pura realidade. Infelizmente ! 

  1. O CARA DA INFORMÁTICA dorme. Pode parecer mentira, mas o CARA DA INFORMÁTICA precisa dormir como qualquer outra pessoa. Esqueça que ele tem celular e telefone em casa, ligue só para o escritório;
  2. O CARA DA INFORMÁTICA come. Parece inacreditável, mas é verdade. O CARA DA INFORMÁTICA também precisa se alimentar e tem hora para isso;
  3. O CARA DA INFORMÁTICA pode ter família. Essa é a mais incrível de todas: Mesmo sendo um CARA DA INFORMÁTICA, a pessoa precisa descansar no final de semana para poder dar atenção à família, aos amigos e a si próprio, sem pensar ou falar em informática, impostos, formulários, concertos e demonstrações, manutenção, vírus e etc.;
  4. O CARA DA INFORMÁTICA, como qualquer cidadão, precisa de dinheiro. Por essa você não esperava, né? É surpreendente, mas o CARA DA INFORMÁTICA também paga impostos, compra comida, precisa de combustível, roupas e sapatos, e ainda consome Lexotan para conseguir relaxar… Não peça aquilo pelo que não pode pagar ao CARA DA INFORMÁTICA;
  5. Ler, estudar também é trabalho. E trabalho sério. Pode parar de rir. Não é piada. Quando um CARA DA INFORMÁTICA está concentrado num livro ou publicação especializada ele está se aprimorando como profissional, logo trabalhando;
  6. De uma vez por todas, vale reforçar: O CARA DA INFORMÁTICA não é vidente, não joga tarô e nem tem bola de cristal, pois se você achou isto demita-o e contrate um PARANORMAL OU DETETIVE. Ele precisa planejar, se organizar e assim ter condições de fazer um bom trabalho, seja de que tamanho for. Prazos são essenciais e não um luxo… Se você quer um milagre, ore bastante, faça jejum, e deixe o pobre do CARA DA INFORMÁTICA em paz;
  7. Em reuniões de amigos ou festas de família, o CARA DA INFORMÁTICA deixa de ser o CARA DA INFORMÁTICA e reassume seu posto de amigo ou parente, exatamente como era antes dele ingressar nesta profissão. Não peça conselhos, dicas… ele tem direito de se divertir;
  8. Não existe apenas um ‘levantamentozinho’, uma ‘pesquisazinha’, nem um ‘resuminho’, um ‘programinha pra controlar minha loja’, um ‘probleminha que a maquina não liga’, um ‘sisteminha’ , uma ‘passadinha rápida(ALIAS CONTA-SE DE ONDE SAIMOS E ATÉ CHEGARMOS)’, pois esqueça os ‘inha e os inho (programinha, sisteminha, olhadinha, )’ pois OS CARAS DA INFORMATICA não resolvem este tipo de problema. Levantamentos, pesquisas e resumos são frutos de análises cuidadosas e requer atenção, dedicação. Esses tópicos podem parecer inconcebíveis a uma boa parte da população, mas servem para tornar a vida do CARA DA INFORMATICA mais suportável;
  9. Quanto ao uso do celular: celular é ferramenta de trabalho. Por favor, ligue, apenas, quando necessário. Fora do horário de expediente,  mesmo que você ainda duvide, o CARA DA INFORMATICA pode estar fazendo algumas coisas que você nem pensou que ele fazia como dormir ou namorar,  por exemplo;
  10. Pedir a mesma coisa várias vezes não faz o CARA DA INFORMATICA trabalhar mais rápido. Solicite, depois aguarde o prazo dado pelo CARA DA INFORMATICA;
  11. Quando o horário de trabalho do período da manhã vai até 12h, não significa que você pode ligar às 11h58min horas. Se você pretendia cometeressa gafe, vá e ligue após o horário do almoço (relembre o item 2). O mesmo vale para a parte da tarde: ligue no dia seguinte;
  12. Quando CARA DA INFORMATICA estiver apresentando um projeto, por favor, não fique bombardeando com milhares de perguntas durante o atendimento. Isso tira a concentração, além de torrar a paciência. ATENÇÃO: Evite perguntas que não tenham relação com o projeto, tipo como…. vocês entendem é claro….;
  13. O CARA DA INFORMATICA não inventa problemas, não muda versão de WINDOWS, não tem relação com vírus, NÃO É CULPADO PELO MAL USO DE EQUIPAMENTOS, INTERNET E AFINS. Não reclame! O CARA DA INFORMATICA com certeza fez o possível para você pagar menos. Se quer EMENDAR, EMENDE, mas antes demita o CARA DA INFORMATICA e contrate um QUEBRA GALHO;
  14. Os CARAS DA INFORMATICA não são os criadores dos ditados ‘o barato sai caro’ e ‘quem paga mal paga em dobro’. Mas eles concordam… ;
  15. Informática é referente à computadores, e não TVs, celulares e eletrodomésticos….portanto o CARA DA INFORMÁTICA não vai te ensinar a mexer no celular, consertar sua TV… etc
  16. E, finalmente, o CARA DA INFORMATICA também é filho de DEUS e não filho disso que você pensou…

Ossos do ofício


 

Computador Maluco

A famosa Lei de Murphy diz: “Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível”.

Ontem pude perceber o quanto a Lei de Murphy se aplica bem na informática e tecnologia. Estava em casa sentado na minha poltrona na sala, ouvindo no meu radinho de pilha o jogo entre o Anápolis F.C. contra o Novo Horizonte de Ipameri. De repente, o telefone toca, me levanto rapidamente e vou atender, era o meu chefe perguntando pelas chaves dos rack’s, respondi e logo depois perguntei o que estava acontecendo, ele então me disse que um raio havia atingido a rede elétrica do hospital e alguns equipamentos de rede como hub’s e switches pararam de funcionar.

Ofereci ajuda e ele aceitou. Peguei minha velha bicicleta, fechei a casa e saí debaixo de uma fina chuva para “socorrer o hospital”. Depois de algumas boas pedaladas cheguei ao local, de bermuda, camiseta e chinelos. Passei pelo portão dos fundos e logo me deparei com a equipe de manutenção que já havia restabelecido o fornecimento de energia e estava avaliando os possíveis estragos causados pelo raio.

Guardei a bicicleta e fui direto ao CPD, logo que entrei vi meu chefe mexendo no switch principal, ele tirava cabos e os conectava novamente em outras portas do switch. Perguntei como estava a situação naquele momento, ele me disse que o raio havia queimado algumas portas do switch e também a placa de rede de um dos servidores. O switch do laboratório de analises clinicas do hospital estava funcionado mas não se comunicava com o switch do CPD, este problema estava causando outro em cascata, pois o hub do pronto-socorro é ligado ao switch do laboratório, ou seja, ele também não se comunicava com o switch do CPD.

Corri para o laboratório, encontrei o rack aberto e dentro dele um hub que meu chefe havia colocdo lá para fazer um teste, procurei o cabo de rede que vinha do switch do CPD e fui testando em cada porta do switch do laboratório, mas sem sucesso. Meu chefe então ligou e pediu para fazer um teste usando o hub que estava lá. Fiz o teste conectando um computador do laboratório ao hub e também o cabo que vinha do switch do CPD, funcionou. Resolvi então realizar outro teste, conectei todos os cabos novamente no switch e o desliguei, liguei novamente e fiz um teste “pingando” o endereço de um dos servidores localizados no CPD, funcionou. Pronto, o switch do laboratório estava se comunicando com o switch do CPD, agora faltava verificar o pronto-socorro.

Em um hospital como o que eu trabalho o pronto-socorro tem um movimento muito grande, principalmente em épocas como esta, e como a recepção do paciente é feita de forma informatizada, a falta dos computadores e dos sistemas causa um transtorno enorme para funcionários e pacientes. Desta forma a infra-estrutura tem que estar disponivel 24 horas por dia e 7 dias por semana.

Cheguei ao pronto-socorro e notei que haviam poucas pessoas esperando atendimento, mas isso não diminuiu a minha preocupação. Perguntei à um dos recepcionistas se o sistema estava funcionando, ele me respondeu que apenas um dos computadores estava acessando o sistema (no pronto-socorro existem 4 computadores). Procurei então verificar a situação dos outros computadores, no primeiro tentei acessar o sistema e consegui sem maiores problemas, no segundo tive que mapear novamente a pasta do sistema no servidor, funcionou, no terceiro notei que o ícone que mostra a conectividade com a rede estava mostrando a mensagem “cabo de rede desconectado”. Verifiquei o cabo até o hub, troquei de porta mas nada de conectar. Liguei então para o meu chefe no CPD, ele então sugeriu que eu levasse o computador para lá. Retirei todos os cabos e levei apenas o gabinete para o CPD, ao chegar encontrei meu chefe retirando a fonte de energia de um dos servidores, segundo ele, o cooler da fonte havia parado de funcionar e a fonte havia queimado.

Coloquei o gabinete do pronto-socorro em minha mesa de trabalho, retirei o gabinete do meu computador e conectei teclado, mouse, monitor e cabo de rede no outro gabinete. Liguei o computador e após acessar o sistema operacional, pude perceber que a placa de rede estava funcionando corretamente. O problema então poderia estar no cabo de rede que ligava o computador ao hub. Peguei alguns metros de cabo UTP, crimpei as duas pontas e levei o gabinete e o cabo para o pronto-socorro.

Instalei o gabinete em seu lugar e conectei o cabo a ele e ao hub, funcionou, ufa. Com o pronto-socorro totalmente conectado e com o sistema funcionando novamente, voltei ao CPD, ao chegar verifiquei que meu chefe havia resolvido o problema de um dos servidores.

Com todos os sistemas funcionando novamente, pude enfim voltar para casa e refletir sobre o acontecido. Sei que muita gente que esta lendo este texto agora, já deve ter passado por alguma situação parecida com esta, ou até mesmo pior. Sair de casa no meio da noite ou ficar até mais tarde no trabalho por conta de um problema que precisa ser resolvido com urgência é “osso duro de roer”, mas é nestas horas que podemos ver quem é mesmo PROFISSIONAL ou apenas mais um FUNCIONÁRIO.

Há, eu já ia me esquecendo, o Anápolis F.C. ganhou de 3 a 1 do Novo Horizonte.

Um grande abraço a todos e um ótimo Carnaval.

Atualizações de Sistemas


Todos que trabalham com informática sabem que nenhum sistema é tão bom que não possa ser melhorado. As atualizações de um software podem ter inumeras razões, entre elas podemos citar correções de bug’s, adequação a normas e legislações, etc.

Sem dúvida a atualização pode trazer muitos beneficios para os usuários e administradores de sistemas. Mas este processo que a principio pode parecer simples, nem sempre é, isso depende muito da linguagem utilizada no desenvolvimento, da técnica de programação, do banco de dados e das pessoas envolvidas.

Esta semana tive 2 experiências com a mesma atualização que comprovam minha opinião sobre o asssunto. Na terça-feira tentei fazer a atualização do sistema que utilizo no hospital, fiz um backup do banco de dados e também fiz uma cópia da pasta onde esta o programa em sua versão atual. Depois entrei em contato com os usuários que estavam utilizando o sistema e pedi para fechar o sistema e só acessá-lo novamente após a atualização, fiquei então de avisá-los.

Com todos os usuários fora do sistema, iniciei a atualização e logo encontrei um problema, os arquivos que deviam ser copiados para a pasta do sistema não estavam substituindo os antigos, pois estes estavam ainda sendo utilizados por alguém, pensei logo que algum usuários estava tentando acessar o sistema, mesmo após o meu aviso. Verifiquei no servidor e não havia ninguém logado, tentei copiar os arquivos novamente, sem sucesso.

Verifiquei então no servidor (Windows 2003 Server) e fechei todas as sessões abertas e seus respectivos arquivos. Problema resolvido, consegui então copiar os arquivos para a pasta do sistema. Até este momento já tinham se passado mais de 30 minutos e os usuários do sistema já haviam ligado umas 4 vezes para saber sobre o andamento do processo. Continuei com o procedimento, o utilitário de atualização realizou um backup completo do sistema, banco de dados e programas. Terminada a cópia de segurança o utilitário iniciou a atualização propriamente dita. Decorridas quase 2 horas desde o inicio do procedimento a atualização ão havia terminado, percebi então que a minha conexão com a rede local não estava funcionando direito, o utilitário estava travado. Tentei fechar o programa, sem sucesso, então utilizei o bom e velho control-alt-delete e fechei o utilitário de atualização.

As ligações dos usuários continuavam, cada vez mais irritados, eles reclamavam que o procedimento estava demorando muito e que filas se formavam no atendimento ao público (Não vamos esquecer que trabalho em um hospital com um pronto-socorro muito movimentado).

Fui obrigado então a restaurar o backup que havia feito e voltei o sistema para sua versão anterior. Com o tempo e a paciência esgotados fui embora para casa.

Hoje resolvemos (Meu chefe e eu) realizar novamente o procedimento, desta vez seria mais difícil pois ao invés de uma atualização faríamos duas.  Para facilitar o trabalho e evitar problemas de comunicação na rede local, resolvemos copiar todos os arquivos da atualização para uma pasta no servidor. Avisei os usuários novamente e depois desconectei o cabo de rede do servidor, fiz uma backup do banco de dados e da pasta dos programas. Iniciei a primeira atualização que havia sido interrompida na terça, depois de alguns minutos o processo havia terminado, bingo, tudo ocorreu sem problemas, logo depois iniciei a segunda atualização e depois de alguns minutos o processo havia terminado sem nenhum problema. Todo o procedimento não levou 1 hora.

Conectamos o servidor a rede local novamente e liberamos o sistema para os usuários utilizarem. Moral da história: Um coisa que a principio pode parecer fácil se torna extremamente dificil e complicada pois depende de dezenas de fatores que fojem ao nosso controle. Mas se planejarmos com antecedencia os riscos de algo dar errado são bastante minimizados.

Um abraço a todos.

Até a próxima.

Peopleware


Segundo a Wikipédia, peopleware são as pessoas que trabalham direta ou indiretamente com a área de processamento de dados, ou seja, digitadores, programadores, analistas de sistemas, etc. Em um passado não muito distante eram aquelas pessoas que ficavam dentro de uma sala fechada com ar-condicionado (mais frio possível) e que passavam horas e horas sentadas na frente de seus computadores programando códigos e mais códigos de sistemas.

O tempo passou (muito rápido) e hoje o pessoal de informática passa muita mais tempo  lidando diretamente com pessoas do que com máquinas. É claro que um bom profissional da área tem que ter conhecimentos profundos sobre hardware, software e redes.

Mas o grande desafio hoje é saber lidar com pessoas, sim os usuários de tecnologia. São as pessoas que usam os computadores para as mais variadas tarefas do dia-a-dia. Não há como evitar este contato diário com os usuários, pois são eles que direcionam o foco de nossas atividades. Quando iniciamos um projeto de software a primeira coisa que se faz é procurar uma pessoa da organização para realizar o levantamento de requisitos. Este levantamento é a parte mais importante do desenvolvimento do sistema. Se a comunicação entre o profissional e o usuário não for boa, com certeza o sistema não ficará bom.

Ha muitos anos trabalho com informática e sempre estou lidando com pessoas estressadas, que estão em situação de pressão e dependem de computadores e sistemas para realizar seu trabalho. As vezes os problemas são causados pelos próprios usuários, mas nem sempre é assim. Um bom diálogo entre o profissional de informática e o usuário resolve a maioria dos problemas.

Nós da área de informática temos que ser um pouco psicólogos e professores. Ao nos colocar no lugar do usuário podemos entender suas necessidades e deficiências e tomar medidas preventivas que evitem um mal estar entre a TI e os departamentos que dependem cada vez mais dela.